Pular para o conteúdo

/ MVP de startup

Criar o MVP da sua startup e chegar no primeiro usuário de verdade

A armadilha de quem está começando é querer lançar completo. O roteiro se repete: seis meses construindo, dinheiro queimado, e um produto que ninguém usa do jeito que você imaginou.

MVP não é versão capenga do produto final. É a menor coisa que prova, ou derruba, a sua hipótese principal. A gente ajuda a decidir qual é essa hipótese, corta tudo que não serve pra testar ela, e constrói o que sobrou como produto de verdade: no ar, com usuário entrando e com número aparecendo.

Se a ideia der errado, você descobre em semanas e com uma fração do dinheiro. Isso não é fracasso, é exatamente pra isso que o MVP existe.

Pra quem isso costuma ser

Fundador sem sócio técnico

A ideia está clara e o mercado você conhece. Falta quem construa, e você não quer contratar um time inteiro antes de saber se tem produto.

Empresa testando linha nova

Uma operação que já dá dinheiro quer validar um produto digital sem parar o que funciona hoje.

Quem já tem gente pedindo

Existe lista de espera, grupo de WhatsApp, planilha de interessado. O que falta é a coisa existir.

Quem já se queimou

Teve projeto que atrasou, sumiu no meio ou entregou algo que nenhum outro desenvolvedor consegue manter.

O que está incluso, e o que não está

As duas listas ficam escritas antes de você assinar qualquer coisa. A de baixo é a que evita mal-entendido no meio do projeto.

Está incluso

  • Uma sessão de corte de escopo, honesta, pra decidir junto o que fica de fora desta versão.
  • Protótipo navegável antes do código, que você já usa pra mostrar pra usuário e pra investidor.
  • Produto real no ar: login, banco de dados e o fluxo central funcionando de ponta a ponta.
  • Cobrança ligada, quando a hipótese a testar é disposição a pagar.
  • Medição desde o primeiro dia: quantos entram, quantos completam o fluxo e onde eles travam.
  • Domínio, deploy e e-mail transacional configurados e funcionando.
  • Repositório no seu nome, com o código todo e o histórico.
  • Uma conversa de fechamento com o que os números disseram e quais são os caminhos daqui.

Não está incluso

  • Funcionalidade que não serve pra provar a hipótese. Ela volta na próxima rodada, se o dado pedir.
  • Painel de administração completo. No começo a gente opera direto no banco, e isso é normal em MVP.
  • Aplicativo nativo nas lojas. Web no celular resolve a validação e vai ao ar muito antes da fila de revisão da Apple.
  • Captação de investimento. A gente entrega o produto e os números; a conversa com fundo é sua.
  • Marketing e tráfego pago. Sem gente entrando, MVP nenhum valida coisa nenhuma, e isso precisa estar no seu plano desde já.

Como funciona na prática

01

A hipótese

Qual é a única frase que precisa ser verdade pro negócio existir? Tudo se organiza em volta dela, inclusive o que vai ser cortado.

02

O corte

Lista de tudo que você imaginou e uma pergunta pra cada item: se isso não existir, ainda dá pra provar a frase? A maior parte cai, e isso é o serviço.

03

Protótipo

Telas clicáveis em poucos dias. Serve pra mostrar pra dez pessoas do seu público antes de existir uma linha de código.

04

Construção

Ciclos curtos, com o produto acessível o tempo todo. Você usa enquanto a gente constrói, e não só no fim.

05

Ar e medição

Lançamento, usuário entrando, e o painel dizendo onde eles param. Aqui começa a parte que interessa.

As decisões que a gente toma antes de você pedir

Isso não é diferencial de folder, é o que separa software que dura de software que vira problema de outra pessoa em dois anos.

Serviço gerenciado onde dá

Autenticação, banco e envio de e-mail vêm de plataforma pronta. Reescrever isso na mão é queimar semana de validação pra reinventar o que já existe e funciona.

Código simples de mudar

Num MVP a única certeza é que a próxima versão vai ser diferente. A gente otimiza pra trocar rápido, não pra aguentar um milhão de usuários no dia um.

Medição antes do lançamento

Subir sem medir é lançar no escuro e chamar de validação. O painel de uso entra junto com o produto, não depois.

Atalho fica escrito

Quando a gente toma um atalho consciente pra ganhar tempo, ele fica marcado no código com o custo de arrumar depois. Dívida escondida é a que quebra a segunda rodada.

Faixa de investimento

O MVP mora entre dois números que a gente publica: o piso de R$ 5.000, que vale pra qualquer trabalho, e os R$ 30.000 em que um sistema sob medida completo começa. Ele é justamente esse sistema com o escopo cortado até sobrar o fluxo que prova a hipótese, então custa menos que ele e leva semanas em vez de meses.

Onde exatamente você cai depende muito mais de quantas telas o fluxo central precisa do que de quão ambiciosa é a ideia inteira. Ideia grande com fluxo central simples é MVP barato.

A conta que importa não é o preço do MVP. É quanto custaria descobrir a mesma coisa construindo o produto completo. As software houses brasileiras publicam de R$ 30.000 a R$ 90.000 pra um MVP e passam de R$ 200.000 em produto complexo, então a diferença costuma ser de um zero.

O diagnóstico é gratuito e sai com o escopo já cortado e faixa por escrito. Se no meio da conversa ficar claro que dá pra testar a ideia sem software nenhum, a gente fala, mesmo perdendo o projeto.

Depois do MVP, evoluir é decisão sua e com dado na mão. Não existe pacote obrigatório de continuidade.

Pedir o diagnóstico gratuito

Onde isso já saiu do papel

Perguntas frequentes

Em quanto tempo o MVP fica no ar?

Depende do fluxo central, mas o alvo é semanas, não semestres. O protótipo navegável costuma existir na primeira ou segunda semana, e é ele que segura a ansiedade enquanto o produto de verdade é construído.

Eu preciso ter a ideia toda pronta?

Não. Precisa ter clareza de quem é o usuário e de qual dor você quer resolver. O que fica de fora a gente decide junto, e é a parte mais útil da conversa.

E se depois eu não tiver dinheiro pro produto completo?

Melhor ainda ter descoberto agora. O MVP existe pra você decidir com dado se vale gastar mais, e ele continua funcionando enquanto você decide.

Vocês pegam participação em vez de dinheiro?

Não. Contrato de participação mistura papel de fornecedor com papel de sócio, e normalmente nenhum dos dois sai bem disso.

O que acontece se a validação der negativo?

Você fica com o produto, com os dados e com a resposta. Gastou uma fração do orçamento e não passou um ano construindo a coisa errada.

Dá pra continuar com vocês depois do MVP?

Dá, e é o caminho mais comum. Mas não é obrigação nenhuma: o código é seu e sai documentado justamente pra você poder seguir com quem quiser.

Pra ler antes de decidir

Conta o que você precisa resolver.

Quem responde é quem constrói. A gente diz se dá pra fazer, como seria e em que faixa de investimento isso costuma cair. Se não valer a pena no seu caso, a gente fala também.

A conversa é gratuita e leva uns 15 minutos.

Outras frentes