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Desenvolvimento de sistema sob medida, do desenho ao deploy
Chega um ponto em que a empresa para de caber na planilha. O controle mora em cinco arquivos, três pessoas editam o mesmo número, e ninguém sabe qual versão é a verdadeira. Sistema sob medida existe pra esse momento: quando o processo já está claro na cabeça de quem trabalha nele, e o que falta é software que respeite esse processo em vez de obrigar a empresa a virar outra.
A gente constrói plataforma web e sistema interno do zero, do desenho das telas ao deploy no seu domínio. Não é template com o seu logo em cima. É software desenhado pro seu fluxo, com as suas regras, e com o código na sua mão desde o primeiro commit.
Se o que você precisa cabe num sistema de prateleira, a gente fala. Software sob medida custa mais e demora mais que assinar um SaaS, e só se paga quando o processo é o diferencial da empresa ou quando nenhuma ferramenta pronta encaixa sem gambiarra.
Pra quem isso costuma ser
Empresa que estourou a planilha
O controle cresceu, virou arquivo compartilhado e agora quebra toda semana. Você já sabe exatamente o que precisa, falta o software existir.
Operação com regra própria
O jeito de precificar, aprovar ou agendar é diferente do mercado, e é justamente isso que faz a empresa ganhar dinheiro. Ferramenta pronta obriga a abandonar a regra.
Sistemas que não conversam
ERP de um lado, CRM do outro, marketplace no meio, e alguém copiando dado de uma tela pra outra o dia inteiro.
Produto digital pra vender
A empresa quer lançar uma plataforma pro próprio cliente usar, com login, cobrança e painel.
O que está incluso, e o que não está
As duas listas ficam escritas antes de você assinar qualquer coisa. A de baixo é a que evita mal-entendido no meio do projeto.
Está incluso
- Levantamento do processo com quem executa ele todo dia, e não só com quem manda.
- Desenho das telas e fluxo navegável antes de existir código de produção.
- Front-end, back-end, banco de dados e autenticação.
- Painel de administração pra sua equipe operar sem depender da gente.
- Controle de acesso por perfil: quem vê o quê, quem altera o quê.
- Deploy no seu domínio, com HTTPS e ambiente de teste separado do de produção.
- Repositório no nome da sua empresa, com acesso seu desde o primeiro dia.
- Documentação do que foi construído e treinamento com o time que vai usar.
Não está incluso
- Aplicativo nativo publicado na App Store e na Play Store. A gente entrega web que funciona bem no celular; loja de aplicativo é outro projeto, com outro prazo.
- Migração de dado histórico bagunçado. Dá pra fazer, e é trabalho de verdade: vira escopo próprio, com valor próprio.
- Suporte 24 horas por dia. O acordo de operação é em horário comercial e vai escrito na proposta, com o tempo de resposta combinado.
- Criação de identidade visual. Se a empresa não tem marca definida, a gente indica quem faz.
- Licença de software de terceiro, servidor e API. Esses custos existem, são seus, e você vê todos antes de aprovar qualquer coisa.
Como funciona na prática
Diagnóstico
Uma conversa e um documento curto: o que existe hoje, onde dói, o que dá pra resolver e o que não vale a pena. É gratuito, e você sai daqui com escopo escrito mesmo que não feche com a gente.
Desenho
Fluxo e telas navegáveis. Você clica no protótipo e diz o que está errado antes de existir código, que é quando mudar de ideia ainda é barato.
Construção em ciclos
Entregas a cada uma ou duas semanas, no ar, num ambiente que você acessa quando quiser. Nada de sumir por três meses e reaparecer com surpresa.
Virada
Deploy no domínio, dado migrado, time treinado. O fluxo antigo só é desligado quando o novo estiver funcionando de verdade, e não no dia marcado no cronograma.
Operação
Monitoramento, correção e evolução, com valor mensal escrito na mesma proposta do projeto. Não vira cobrança nova depois da entrega.
As decisões que a gente toma antes de você pedir
Isso não é diferencial de folder, é o que separa software que dura de software que vira problema de outra pessoa em dois anos.
Stack entediante de propósito
Next.js, TypeScript e Postgres. Tecnologia chata é tecnologia que qualquer desenvolvedor consegue manter daqui a cinco anos, inclusive um que não seja a gente.
Segurança desde o primeiro commit
Segredo nunca no front-end, validação sempre no servidor, e regra de acesso no banco e não só na tela. Todo commit passa por varredura de credencial antes de subir.
IA onde ela resolve
Se um campo dá pra preencher sozinho lendo um documento, ela entra. Se for virar chatbot decorativo no canto da tela, fica fora.
Publicar deixa de ser evento
Todo commit sobe sozinho depois de passar nos testes e na varredura de segredo. Deploy arriscado é deploy que a equipe adia, e software que ninguém publica não melhora.
Faixa de investimento
Sistema sob medida começa em R$ 30.000, com prazo típico de 8 a 16 semanas. O piso da casa é R$ 5.000 e vale pra qualquer trabalho, mas um sistema com telas, banco, permissão de acesso e integração não cabe nele, e fingir que cabe é o começo de um projeto que atrasa.
O que decide onde você cai dentro da faixa são três coisas: quantas telas a operação precisa, quantos sistemas externos entram na conversa, e quanta regra de exceção existe no processo. Exceção é o que mais encarece. Um fluxo com dez telas e regra clara custa menos que um fluxo com três telas e vinte exceções que só o gerente conhece de cabeça.
Depois da entrega, operação e manutenção custam de R$ 500 a R$ 2.500 por mês, conforme o tamanho do sistema. Esse valor vai na mesma proposta do projeto, com o mês de início escrito, e não aparece como cobrança nova depois.
Pra você comparar: as software houses brasileiras publicam faixas de R$ 40.000 a R$ 90.000 pra um MVP e de R$ 100.000 a R$ 300.000 pra sistema de porte médio. A gente começa abaixo disso de propósito.
O diagnóstico é gratuito e termina com escopo e faixa de valor por escrito. Esse documento é seu: dá pra levar ele pra pedir orçamento em outro lugar e comparar laranja com laranja.
Onde isso já saiu do papel
Perguntas frequentes
Quanto tempo leva um sistema sob medida?
Depende do escopo, mas a primeira versão útil costuma ir ao ar antes do projeto inteiro terminar. A gente entrega em ciclos e sobe o que já funciona, em vez de guardar tudo pro final e descobrir no último dia que faltava alguma coisa.
O código fica comigo?
Fica, desde o primeiro commit. O repositório é da sua empresa e você tem acesso o tempo todo. Se um dia quiser trocar de fornecedor ou montar time interno, leva o código e a documentação.
Vocês fazem manutenção depois de entregar?
Fazemos, e o valor mensal já entra na proposta do projeto, antes da assinatura. Sistema sem dono quebra e ninguém conserta, e cobrar isso só depois da entrega é ter a conversa no pior momento possível.
Dá pra começar menor?
Quase sempre. A gente corta o escopo até sobrar o fluxo que resolve a maior dor e sobe isso primeiro. É bem mais barato descobrir que faltou alguma coisa numa versão pequena.
Vocês integram com o ERP que eu já uso?
Se ele tiver API ou exportação de dado, sim. Se não tiver, existem caminhos piores mas possíveis, e a gente diz qual é o custo deles antes de você decidir.
Por que não usar um sistema pronto?
Se um pronto resolver, use o pronto, e a gente fala isso na sua cara. Sob medida se paga quando o processo é o diferencial da empresa ou quando adaptar o time à ferramenta custa mais caro que construir a ferramenta certa.
Pra ler antes de decidir
Conta o que você precisa resolver.
Quem responde é quem constrói. A gente diz se dá pra fazer, como seria e em que faixa de investimento isso costuma cair. Se não valer a pena no seu caso, a gente fala também.
A conversa é gratuita e leva uns 15 minutos.
Outras frentes