O problema
Decoração e cenografia são negócios que se vendem pelos olhos. O trabalho é visual, o cliente decide olhando, e mesmo assim boa parte dessas operações vive só dentro do Instagram, onde o portfólio some no feed e o orçamento vira mais uma conversa perdida no direct.
A MGX tinha dois problemas ao mesmo tempo. Não tinha um endereço próprio na internet pra onde mandar quem pergunta "vocês têm site?", e não tinha vitrine organizada dos itens que aluga e vende, com o cliente conseguindo olhar antes de pedir preço.
O que foi construído
Um site institucional com loja acoplada.
- Vitrine dos trabalhos. As produções organizadas de um jeito que dá pra navegar, e não uma grade de fotos sem contexto.
- Catálogo de decoração e cenografia. Os itens com página própria, pro cliente ver o que existe antes de perguntar.
- Canal direto de orçamento. O caminho da vitrine até a conversa é curto de propósito. Cada clique a mais entre "gostei disso" e "quero um orçamento" é um cliente a menos.
- Painel de administração. Pra equipe atualizar catálogo e conteúdo sem depender da gente pra cada troca de foto.
Como foi construído
Next.js publicado na Vercel, com as páginas geradas de forma estática onde dá. Site de portfólio é site de imagem pesada, e imagem pesada é o que derruba a nota de performance e a paciência de quem abre no 4G.
Duas decisões:
Imagem tratada como conteúdo crítico. Formato moderno, tamanho servido conforme a tela e reserva de espaço no layout, pra página não pular enquanto carrega. Num site de portfólio, imagem é o produto.
Conteúdo editável sem deploy. O catálogo muda toda temporada. Se cada troca de item exigisse um desenvolvedor, o site desatualizaria em dois meses e viraria vitrine de trabalho antigo.
Resultado
A MGX passou a ter endereço próprio na internet, com o portfólio organizado e um caminho direto de orçamento, em vez de depender do feed de uma rede social pra existir.